sexta-feira, 25 de maio de 2018

5 bandas irlandesas que adoro

The Cranberries

É daquelas bandas que ouvi enquanto crescia. Ora no rádio do meu tio ou da minha tia. Ouvia e gostava, o amor por The Cranberries cresceu assim, simples e sem qualquer sentido. À medida que crescia os meus ouvidos veneravam a voz de Dolores O'Riordan e de amor simples passou a ser amor para o resto da vida. Entre as minhas preferidas estão:

Kodaline

Conheço os Kodaline lá desde o começo, ou melhor quando eles começaram a chamar-se de Kodaline. Antes eram conhecidos por 21 Demands até que em 2011 mudaram de nome e foi precisamente aí que os conheci. Confesso que actualmente eles têm uma onda bem mais eléctrica do que me lembro, mas continuo a gostar bastante das músicas deles, sendo a minha preferida "Brother", pela letra e musicalidade, da versão acústica.

Hozier

Hozier para mim foi uma experiência de ódio/amor. E posso explicar isto. Foi realmente primeiro ódio, por causa do "Take Me To Church" que acho que é realmente uma boa música mas que foi tão comercializada e ouvida por todo o lado que acabei por começar por odiá-la. Até que conheci mais do reportório de Hozier e fiquei completamente maravilhada com "From Eden".

The Script

Desde bastante jovem que eu amo The Script. Amo tanto esta banda que tenho cd's deles, apesar de vivermos na era do streaming. Compro os cd's só das bandas/cantores que gosto realmente. Eles têm uma das minhas músicas preferidas de todos os tempos "The Man Who Can't Be Moved".

Snow Patrol

Snow Patrol não bem Irlandeses, mas são Irlandeses do Norte, o que também conta. Conheci-os com o "Chasing Cars" e a partir daí foi igualmente amor para o resto da vida. Lançaram "Don't Give In" este ano e é das minhas preferidas do grupo.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

The 5th Wave|2016

O que é que o ser humano faria se de repente fosse atacado por "aliens" para ficarem com o nosso planeta, não como um ataque de poder mas um ataque de "preciso do vosso planeta para que a minha espécie possa continuar a viver"?
Os "aliens" são chamados de "outros" neste filme de J Blakeson, e incorporam humanos para disseminar a espécie humana. Cassie (Chloë Grace Moretz) é apenas uma jovem adolescente que tenta sobreviver às "ondas" provocadas pelos "outros" quando é separada do irmão mais novo.
Assim, Cassie (chamada assim devido à constelação de Cassiopeia) tenta sobreviver e resgatar o seu irmão com enquanto escapa às ondas.
Preciso de falar da imagem que 5th Wave tem, não sei se por ser um filme Sony mas tem com cada imagem que me deixou a babar. Especialmente quando os bosques são filmados.
Moretz desempenha bastante bem o seu papel, transmitindo-nos uma irmã bastante credível. Podia cair no ridículo de ser comparada a Katniss de "Hunger Games" mas acaba por obter a sua própria identidade. O actor que faz de Ben Parrish/Zombie (Nick Robinson) também me surpreendeu bastante, tanto que descobri que fez um outro filme que quero muito ver, o "Everything, Everything".
Agora espero ansiosamente pelos seguintes dois filmes e que mantenham a boa imagem.

sexta-feira, 9 de março de 2018

I'm Sorry|2017


Andrea Warren (Andrea Savage) é uma mulher e mãe feliz, mas que tem um trabalho, considerado por muitos não educacional, pois é uma comediante que fala sobre rabos demasiadas vezes.
Esta comédia distingue-se das outras pois Andrea não é frustrada, não é má mãe, não é divorciada ou solteira, não é infeliz com a vida no geral. Trás-nos os mais diversos temas mas que são baseados no seu dia-a-dia, no seu auto-conhecimento. É criada pela própria Andrea.

É uma série onde a nossa protagonista não é um cliché de mãe, mas isso não a torna irresponsável, não é um cliché de filha mas sabe qual é o seu lugar, é feliz no seu casamento mas sabe falar de outros homens e mulheres e fazer piadas acerca disso.
No fundo, Andrea é o que todos nós gostaríamos de ser aos 30 e qualquer coisa anos.

sábado, 3 de março de 2018

The Kooks

Hoje venho falar-vos de uma banda que gosto muito mas que só ouço em certas ocasiões. O meu gosto musical tem tendência para o depressivo. Ouço "The Kooks" quando estou num dia feliz ou preciso de um boostzinho.
"The Kooks" já existem desde 2004, quando se juntaram em Brighton. São ingleses, e como 'quase tudo' o que é inglês me fica no ouvido, "The Kooks" não foi diferente.

Antes só os conhecia por "Naive", mas quando fui para a universidade passei a conhecer muito mais bandas do que cantores. Até aí, era muito de compositores a solo. Mas tive uns amigos que me mostraram "The Kooks" e atrás vieram "The Neighbourhood", "Artic Monkeys", "Franz Ferdinand" e "The Strokes". Os que sempre me apaixonaram mais foram "The Kooks" e  "The Neighbourhood", talvez seja aquele "The".
Gosto de muitas músicas deles, afinal quase todas dão para tocar guitarra imaginária. "Naive" acabou por não ser a minha preferida depois de conhecer outras. São capazes de adivinhar a minha preferida dentro destas?

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Orphan Black|2013

Esta série nunca me suscitou interesse. Nunca mesmo. Para mim, os nomes têm um papel muito importante na escolha das séries que vejo e que não são recomendadas. Neste caso, já me tinha sido recomendada. Mas pelo nome pensei que fosse algo mais obscuro, e até é algo obscura mas não do género de Vikings, que é sangue em todo o lado. Para verem o meu grau de interesse, até aqui, a série é de 2013 e eu só em 2018 é que a vi. Por um lado ainda bem, assim não tenho de esperar pela dolorosa tarefa de esperar que saiam mais episódios, uma vez que a série já está concluída.
Comecei a ver esta série em Janeiro, e em Fevereiro já dei conta das cinco temporadas. Aconselho vivamente.
Esta série conta a história de Sarah Manning (Tatiana Maslany), uma problemática jovem-adulta de origem londrina que tem a vida num caos. Ao ver Beth matar-se na linha de comboio, Sarah decide assumir a identidade da mesma para tentar limpar a sua vida e conseguir a sua filha de volta. No entanto, descobre que esta mulher está envolta num mistério que a arrasta junto com ela, enquanto vive a vida de Beth descobre mais três mulheres idênticas a ela. Juntas tentam descobrir quem é o cabecilha desta organização que fez este experimento de clones.
É diferente de tudo o que vi, a série, os actores, os cenários.. Todos os clones são interpretados pela mesma actriz, mas ao acompanharmos a série não notamos isso, porque esta actriz é realmente muito boa, e eu tinha de me lembrar constantemente que era sempre a mesma que fazia tantos papéis diferentes. Outra coisa que adorei nesta série foi o facto de as personagens todas evoluírem bastaste, apesar de serem todas muito complexas e o facto de fecharem todas as linhas do enredo aquando o término desta série. Para mim, não ficou ponta solta nenhuma o que é raro ver em séries deste tipo. Se querem uma série de ficção cientifica, com acção, drama e comédia à mistura, definitivamente deveriam ver Orphan Black. Eu vi toda no Netflix, todas as temporadas estão disponíveis por lá.
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